O piano é um instrumento bonito. Seus instrumentistas costumam parecer misteriosos; essas pessoas que passaram centenas de horas praticando escalas e repetindo frases uma e outra vez para alcançar pura perfeição auditiva. Para um membro da platéia, pode ter um efeito semelhante a assistir a um truque de mágica ou a um balé: é tão habilidoso e bonito que quase parece impossível, uma façanha dos deuses.

Mas o que está acontecendo por trás de todo esse trabalho duro e mágico? Certamente não é sorte que esse efeito possa ser feito.

Os pequenos raios de eletricidade que atravessam seus neurônios enquanto tocam não são conectados da mesma maneira que os freqüentadores de concertos. Os cérebros dos pianistas funcionam mesmo de maneira diferente da maneira como os músicos são conectados [1]. E isso é tudo por causa do instrumento que eles estão tocando. O piano torna eles e seus cérebros únicos.

Então, continue a ler e não diga que não o avisei (especialmente se você tem um pianista de cabeça grande na família!) ... que os cérebros dos pianistas são diferentes dos demais. Veja como:

"A droga não é tóxica enquanto está dentro da partícula", explica Carlos Rinaldi. Ele é engenheiro biomédico na Universidade da Flórida em Gainesville. Ele liderou a equipe que projetou as partículas ativadas remotamente.

As nanopartículas não procuram tumores. Elas, no entanto, tendem a coletar em locais de tumor. E aqui está como. Tumores tendem a crescer tão rápido que os vasos sanguíneos dentro deles não conseguem acompanhar. Isso faz com que buracos se formem nos vasos sanguíneos. Para uma nano-embalagem que leva o remédio, essas manchas gotejantes se tornam uma entrada da corrente sangüínea para o tumor. As nanopartículas escorregam através desses vazamentos e se acumulam no tumor.

A restauração das árvores permanece entre as estratégias mais eficazes para a mitigação das mudanças climáticas. Mapeamos a cobertura global de árvores potenciais para mostrar que 4,4 bilhões de hectares de cobertura de copa poderiam existir sob o clima atual. Excluindo as árvores existentes e áreas agrícolas e urbanas, descobrimos que há espaço para mais 0,9 bilhão de hectares de cobertura de dossel, o que poderia armazenar 205 gigatoneladas de carbono em áreas que naturalmente suportariam florestas e florestas. Nossos resultados destacam a oportunidade da mitigação das mudanças climáticas através da restauração global de árvores, mas também a necessidade urgente de ação.

Uma equipe da Universidade do Alasca Fairbanks ficou surpresa ao descobrir a velocidade com que o permafrost do Ártico canadense está descongelando. O Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) previu anteriormente que o derretimento do gelo na profundidade que os pesquisadores descobriram não ocorreria até 2090, quando as temperaturas do ar subiriam a níveis suficientemente altos.

Pesquisadores afimam que até 80% do crânio pode ter sido recuperada.

 Técnicos que realizam buscas nos escombros do Museu Nacional do Rio de Janeiro, que sofreu um incêndio de graves proporções no dia 2 de setembro, afirmam ter encontrado 80% do crânio de Luzia, descoberta em Minas Gerais na década de 1970 e tida como o fóssil humano mais antigo das Américas. O anúncio foi feito nesta sexta-feira (19) pela direção do Museu em entrevista coletiva.

Até então, a perda do fóssil de Luzia no incêndio era considerada uma das maiores baixas do acervo, que contava com mais de 20 milhões de itens. A descoberta teve grande impacto na ciência por mudar a teoria de povoamento do continente americano. Os fragmentos encontrados ainda não podem ser atribuídos como sendo realmente Luzia, porém os pesquisadores consideram que as chances são bem altas.

Alexandre Kellner, diretor do museu, comemorou o achado. “O crânio foi encontrado fragmentado, já achamos praticamente todo o crânio e 80% dos fragmentos já foram identificados e podemos aumentar esse número”, disse Kellner.

Segundo os técnicos, nas buscas foram encontradas parte frontal do crânio (testa e nariz), parte lateral, alguns ossos resistentes e o fragmento de um fêmur. O crânio estava guardado em uma caixa, que também teve uma parte recuperada. Segundo os cientistas, o próximo passo é trabalhar na restauração das partes encontradas.

 

As buscas pelos fragmentos incendiados no interior do Museu se iniciaram há um mês e estão previstas para durar até fevereiro de 2019.

Fonte: Ariane Alves.

Mais Lidos