Alimentação e Saúde Mental

Evidências recentes sugerem que uma boa nutrição é essencial para nossa saúde mental e que um número de condições mentais pode ser influenciado por fatores alimentares.

Um dos mais óbvios, mas ainda fator desmerecido no desenvolvimento dos principais problemas na saúde mental é o papel da nutrição. O número de evidencias associando alimentação e saúde mental está crescendo em um rápido andar. Assim como seu impacto a curto e longo prazo, evidencias indicam que a comida tem um importante papel no desenvolvimento, controle e prevenção de problemas mentais específicos como depressão, esquizofrenia, transtorno de déficit de atenção e hiperatividade e Alzheimer.

Cerca de dois trecos daqueles que não reportam problemas mentais diários comem e bebem suco de fruta todos os dias, comparado com menos da metade daqueles que reportam problemas mentais diários. Essa amostra é similar para vegetais e saladas frescas. Aqueles que reclamam algum nível de doença mental também comem menos alimentos saudáveis (frutas e vegetais frescas, comidas orgânicas e refeições caseiras) e mais comidas pouco saudáveis (chips e batatas fritas, chocolate, refeições prontas e fast-food).

Um humor equilibrado e sentimentos de bem-estar podem ser protegidos ao assegurar que a nossa dieta fornece adequadas quantidades de carboidratos complexos, gorduras essenciais, aminoácidos, vitaminas e minerais e água.

Enquanto uma dieta saudável pode ajudar na recuperação, ela tem de ser acompanhada com outros tratamentos recomendados pelo seu médico.

 

O que eu deveria comer?

Aconselha-se menos alimentos ricos em açúcar e mais grãos integrais, nozes, feijão, lentilhas, frutas e legumes.

Comidas açucaradas são rapidamente absorvidas no sistema sanguíneo. Isso pode causar, de inicio, uma ‘alta’ ou onda de energia que rapidamente vai passar conforme o corpo aumenta sua produção de insulina, deixando você se sentir cansado e fraco.

Produção alimentícia e técnicas de fabricação, juntamente com uma mudança de estilo de vida e aumento do acesso a comidas processadas, significa que nossa ingestão da produção local fresca e nutritiva é muito mais baixa, ao mesmo tempo em que a nossa ingestão de gordura, açúcar, álcool e aditivos é muito mais alta. Estima-se que a pessoa média no Reino Unido e em outros países industrializados consuma mais de 4 quilos de aditivos todo ano.

Nos últimos 60 anos, houve um declínio de 34% no consumo de vegetais no Reino Unido, com atualmente apenas 13% dos homens e 15% das mulheres que atualmente comem pelo menos cinco porções de frutas e vegetais por dia. As pessoas no Reino Unido comem 59% menos peixe do que há 60 anos - diminuindo o consumo de ácidos graxos ômega-3 essenciais.

 

 

Fonte: Mentalhealth

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