Todo mundo tem falado sobre o último filme de terror da Netflix, Bird Box, que foi visto por 45 milhões de contas na primeira semana. Há uma razão fundamental para que ele tenha se espalhado como um grande incêndio. A história se baseia fortemente em temas Lovecraftianos, mais notavelmente o medo do desconhecido. Isso desencadeia em nós uma preocupação ancestral que mantém os humanos vivos por séculos. Assim, resultando em um filme de terror original que você não pode desviar o olhar.

Após escrever o roteiro de obras bem interessantes como Extermínio, Não Me Abandone Jamais e Dredd, Alex Garland fez sua estreia como diretor no final de 2014, com a ótima ficção Ex_Machina: Instinto Artificial. Estrelado por Domhnall Gleeson, Alicia Vikander e Oscar Isaac, o longa é uma obra extraordinária e original, com poucos personagens, um cenário restrito e muita reflexão sobre avança da tecnologia e humanidade. Agora, pouco mais de três anos depois, o cineasta chega com seu segundo trabalho como diretor: Aniquilação

Antes mesmo de ser visto pela primeira vez, Roma já era um dos filmes mais comentados do ano. Dado como certo na competição do Festival de Cannes 2018, foi cortado do evento após a decisão da organização de banir os filmes da Netflix da programação. O diretor Alfonso Cuarón até tentou fazer um lobby para a empresa e o evento entrarem em sintonia, mas não rolou. Com isso, o filme foi guardado para o Festival de Veneza, de onde saiu com o Leão de Ouro de Melhor Filme. Agora, na programação do Festival de Toronto, desponta como forte concorrente ao Oscar do ano que vem.

Eu não sei se vocês estão familiarizados com a história de Mogli – confesso que tudo o que eu sabia era que ele tinha sido criado no meio da selva, por um grupo de lobos (até pelo nome, dá para intuir isso, certo?). Por isso foi uma delícia descobrir o enredo aos poucos: que ele foi encontrado por uma pantera negra, de nome Bagheera (e que o próprio animal se considera um guardião do menino). Foi ele quem o levou para uma alcateia, que seria sua família e o protegeria enquanto fosse pequeno.

Primeiro trabalho do diretor David Ayer após receber uma enxurrada de críticas negativas por Esquadrão Suicida, Bright é um filme peculiar e de muita personalidade. Ele cria um cenário ficcional repleto de criaturas e espécies diferentes, mas insere em um cenário urbano bem conhecido do público, debatendo exageros da força policial e conflitos raciais. De certa forma, lembra um pouco a ideia de Neill Blomkamp em Distrito 9, mas menos futurístico e mais pé no chão.

Não é de hoje que o cinema investe na forte amizade existente entre crianças e animais, assim como em desventuras onde um precisa ajudar ao outro. Trata-se de uma proposta de fácil identificação, pela relação pré-existente dos espectadores com seus animais de estimação. Por mais que também aborde tal proximidade, classificar Okja apenas neste sentido é um tremendo erro. Há bem mais a ser dito nesta alegoria ao mundo moderno, desenvolvida a partir de elementos fantásticos pelo diretor Bong Joon-Ho.

O britânico Paul Greengrass é um dos cineastas de maior personalidade no mercado nos últimos tempos. Conhecido pelos trabalhos em A Supremacia Bourne, Vôo United 93 e, mais recentemente, Capitão Phillips, ele sempre se destacou por dois fatores principais: o realismo de suas obras; e o domínio na condução de cenas de tensão.

Bird Box é um filme thriller pós-apocalíptico americano de 2018, dirigido por Susanne Bier, escrito por Eric Heisserer e baseado no livro homônimo de 2014 de Josh Malerman. O enredo gira em torno de uma mulher (Sandra Bullock) que, junto com um par de crianças (apelidado de Garoto e Garota), que deve atravessar uma floresta e um rio vendados para evitar entidades sobrenaturais que pareçam os piores temores de suas vítimas, arrependimentos e perdas que os levam a morrer por suicídio. Trevante Rhodes, Jacki Weaver, Salazar Rosa, Danielle Macdonald, Lil Rel Howery, Tom Hollander, BD Wong, Sarah Paulson, Colson Baker e John Malkovichtambém estrelam.

Os fãs de música eletrônica não se sentem representados quando o assunto é a mídia, sempre trazendo apenas o lado negativo em reportagens e poucas adaptações de filmes ou documentários que tentam mostrar um pouco do que é a magia de estar em um festival e ser um DJ. Alguns exemplos como We Are Your Friends fracassaram na bilheteria e desapontou a comunidade dos DJs profissionais, mas ainda assim conquistou alguns fãs.

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